terça-feira, 27 de outubro de 2015

Queen - Bohemian Rhapsody (Official Video)

Nirvana - The Man Who Sold The World (MTV Unplugged)

Nirvana - Smells Like Teen Spirit

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

4 quase escritos, francisco vaz brasil




4 quase escritos
francisco vaz brasil


se eu hoje fosse poeta
que poema escreveria
sabendo que poeta
tem lá também o seu dia?

há causas nesse tribunal
que eu julgo e a pena arbitro
bons poemas foram escritos
após o sétimo litro...

a lavra de um poeta
nunca vai se completar
se conjugar não souber
em tempos do verbo amar

nos tempos de ditadura
ele é o mais vigiado
liberdade é seu verso
seja branco ou bem rimado...

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Emily Dickinson, Success by Francisco Vaz Brasil



Emily Dickinson, Success
by Francisco Vaz Brasil


Short Biography

Born: December 10, 1830
Amherst, Massachusetts
Died: May 15, 1886
Cambridge, Massachusetts

American poet and author. One of the finest poets in the English language, the American poet Emily Dickinson was a keen observer of nature and a wise interpreter of human passion. In the privacy of her study, Dickinson developed her own forms of poetry and pursued her own visions, not paying attention to the fashions of literature of her day. Most of her work was published by her family and friends after her death.
Success
Success is counted sweetest
By those who ne'er succeed.
To comprehend a nectar
Requires sorest need.

Not one of all the purple Host
Who took the Flag today
Can tell the definition
So clear of Victory

As he defeated--dying--
On whose forbidden ear
The distant strains of triumph
Break,  agonized and clear!

Comments

Emily Dickinson…! Success…  This poem is one of her best poems. It illustrates that the victory may not always have the sweetest of success.  She went straight to the point on this one and let us decide how to end this story. She describes that failures in life, lack of success, is what makes the actual success so sweet the lack of something to let it be found, just like saying if you have never lost hope how could you ever find it. She puts it very straight to the point separating the winners and losers each still complementing the other. The winner sits with his flag atop the mountain of success and the loser left dying, never leaving any stressed detail out, a short but strong poem.Different writing styles and various literary devices are used by  the author to distinguish the  themes in the poem. The first stanza is emphasized with punctuation and hyperboles. This stanza  is telling the reader general information about success which can be  applied to any context. The opening line used, “Success is counted sweetest by those who ne’er succeed.”, gives the reader  the feeling that any person who is striving for a goal, desires it the  most. In the next two lines, the reader is asked to remember the sweetness of success and that it is only  obtained through the  “sorest need.” “Sweetest,” and “sorest,” are hyperboles which stress the personal desire for greatness. Success is pictured as nectar which represents immortality to live on and is the first clue that this poem is not just about the Civil War. There is no punctuation in the second stanza. This verse is the most significant of the poem. On face value, it is describing the futility of the Civil War since neither side wins when one country is at war with itself.

          “Not one of all,” tells the reader that neither side of this battle knew who the winner was.   However this stanza has three words capitalized and they are, “Host,” “Flag,” and “Victory.” Again if the poem is about the Civil War, the Host is the  image of the country, the Flag represents the battle and the Victory stands for the northern victor. If Dickinson is writing metaphorically, these three words have different meanings. The “Host,” may refer to God, the “Flag,” is your soul as it goes onto Heaven, and “Victory,” is the cry of angels that greet you. In the third stanza punctuation re- appears with the use of hyphens around the word dying and the exclamation mark at the end. The  use of hyphens is to make the reader pause at the end of an assonance phrase which emphasizes the idea of dying. This could be the “defeated,” death of a soldier on either side of the battle or your own death at the end of your life.

          The literary devices used in the last stanza are personification and irony. Personification is used to describe the “forbidden ear,” which prevents the dying soldier to hear who won. The cry of victory is describe ironically as “Break, agonized and clear!” since triumph in battle should be a happy event and not painful.

Sepultura Orgasmatron

sábado, 17 de outubro de 2015

Livros 125: Pssica - Edyr Augusto

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

PROFESSOR, Francisco Vaz Brasil



PROFESSOR
Francisco Vaz Brasil


Nossos pais são nossos primeiros professores, ainda no ventre da mãe, quando iniciamos a vida. E, então nascemos. Aprendemos as primeiras letras e, em seguida, um mundo novo se descortina, quando descobrimos a leitura e a escrita, com as palavras e as frases. Logo, somos enviados àquilo que se chama escola, no ensino formal. Ali, encontramos nossos primeiros mestres até então desconhecidos: os professores. É o nosso primeiro contato com o sistema de ensino-aprendizagem. E o nosso conhecimento de mundo vai se ampliando. Observamos que a complexidade do mundo e da cultura é um desafio para quem busca decifrar seus significados e descrevê-los. A presença do Professor nos engendra em situações-problemas, onde ele não nos ensina, mas arranja modos de nós mesmos descobrirmos as soluções, inclusive, porque, segundo o mestre Paulo Freire, “ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção”. Por reflexão, aprendemos, então, que devemos empregar os nossos próprios esforços para a aquisição dos conhecimentos ali recebidos, cheios de incertezas. E, com elevado grau de atenção, percebemos que as trilhas do labirinto do conhecimento são inúmeras, mas talvez essa multiplicidade esconda na verdade, a existência de apenas uma única trilha que nos leva com segurança à saída que buscamos, às vezes desesperadamente. A história se move a partir dessas incertezas, de uma memória que guarda lembranças confusas de um passado aparentemente perdido, que nos persegue e nos alimenta, como mito fundador que nos atrai para um ponto de origem. E, logo ali, em frente, notamos a figura onipresente do professor, mergulhado em suas pesquisas... O moderno então nos aponta para o futuro, procura desviar nosso olhar das imagens pretéritas, desfazer nossas lembranças, ora substituindo-as por utopias, ora pela busca constante do novo. A modernidade, coisa onírica, inaugura a crítica radical ao tempo que se contempla a si mesmo e se acha definitivo. Mexe com o narcisismo e termina por se deixar levar por suas armadilhas. Elas evidenciam que algo foi perdido, talvez a harmonia entre o homem e a natureza ou a identidade entre a palavra e a coisa, na perspectiva da linguagem. E, mais uma vez, ali está, o professor, munido de sua experiência, acalma-nos, mostrando-nos um novo caminho. Ítalo Calvino, numa síntese preciosa, mostra-nos os diálogos entre Marco Polo e Kublai Kan e as possibilidades e a importância de se conhecer o mundo e as coisas, sem desprezar a relação entre forma e conteúdo. 

“Marco Polo descreve uma ponte, pedra por pedra.
- Mas qual é a pedra que sustenta a ponte? - pergunta Kublai Kan.
- A ponte não é sustentada por esta ou aquela pedra - responde Marco -, mas pela curva do arco que estas formam.
Kublai Khan permanece em silêncio, refletindo. Depois acrescenta:
- Por que falas das pedras? Só o arco me interessa.
Polo responde:
- Sem pedras o arco não existe”.  



E, assim, aprendemos que aquilo que o professor na realidade nos mostra é, que o nosso aprendizado, que é construído pela justaposição contínua de pedra sobre pedra.


A minha homenagem a todos os mestres que tive nesta vida e, aos que virão!


sábado, 10 de outubro de 2015

4 CASI POEMAS, Francisco Vaz Brasil



4 CASI POEMAS
Francisco Vaz Brasil


I
puso en tus manos
el cariño de una rosa blanca
y tú la despetalaste
negándome tu presencia
y la amistad de mi mano franca...

II
cuándo pusiste al viento
mis poemas y canciones
te arrependiste, pues supiste
que otras manos los pusieron
en el iinterior de sus coraziones...

III
sepa que las malas palabras
luego yo las olvido
y cuando me cejas tus puertas
y las ventanas de tu corazón,
sepa que en mi herida alma,
tendré para tí, una palabra de perdón...

IV
Sé, corazón herido,
que grandes distancias
de mí guardarás,
pero sepa que mi mayor sueño
es saber que a mis brazos
un día volverás...